Hackathon no Porto
O hackathon do Porto foi o final internacional de Hacking Heroes.
Depois de vários meses de workshops locais e contacto à distância, participantes da Polónia e de Portugal encontraram-se presencialmente, selecionaram ideias de projetos e formaram equipas mistas. Ao longo de cinco dias intensivos, trabalharam para transformar essas ideias em projetos digitais funcionais.
Para muitos deles, foi a primeira experiência de construir algo numa equipa internacional — e de descobrir quanto desse trabalho é comunicação, e não código.
Chegar e escolher as ideias
Os dois grupos tinham passado cerca de três meses a aprender em paralelo, em Kalisz e em Espinho, comunicando apenas à distância. O Porto foi a primeira vez que estiveram juntos na mesma sala.

Votação sobre as ideias de projetos a desenvolver, no primeiro dia no Porto.
Os participantes tinham desenvolvido ideias para sites e aplicações durante os workshops locais. No Porto, votaram nas ideias que queriam levar por diante.
Um lugar para construir
O hackathon decorreu na Blip, no Porto. A empresa disponibilizou o espaço onde as equipas internacionais puderam trabalhar em conjunto ao longo de todo o evento.
Criar equipas internacionais
As equipas foram formadas entre os dois grupos nacionais, e não dentro de cada um, para que cada projeto envolvesse participantes dos dois países a trabalhar numa segunda língua partilhada.
Os documentos de planeamento escritos antes do projeto descrevem uma estrutura prevista de sete equipas de quatro pessoas. As fontes disponíveis não confirmam se, na prática, as equipas foram formadas dessa maneira, e o registo aqui apresentado não deve ser interpretado como afirmação de que assim aconteceu.

Uma equipa internacional a apresentar o seu projeto ao público do hackathon.
Planear, construir e apresentar
Ao longo dos cinco dias, as equipas dividiram responsabilidades, resolveram problemas técnicos e de comunicação, testaram as suas ideias e prepararam-se para as apresentar. Cada equipa apresentou o resultado da sua colaboração no final dos cinco dias.
O que cada equipa construiu e como decorreram as cinco jornadas, hora a hora, não está registado nos materiais que sobreviveram.
